Conheça um dos filmes que está participando do Festival Filmelier no Cinema
O Cinelet de hoje está bem vingativo viu? Vamos falar sobre o filme Infiltrada: Golpe de Vingança, que conta a saga de Kaylee em busca de vingança por sua irmã. Antes de tudo, da uma olhada na sinopse:
Kaylee (Kali Reis), uma boxeadora, se infiltra em um esquema de tráfico humano em busca de sua irmã desaparecida. Quando a missão fica ainda mais pessoal, ela é forçada a lutar contra um poderoso cartel e confrontar seu passado traumático. Premiado no Festival de Tribeca, o thriller é produzido por Mollye Asher, de Nomadland, e dirigido por Josef Kubota Wiadyka.
O filme está, a partir desta semana, no Festival Filmelier no Cinema, realizado pela Sofá Digital, que acontece ente os dias 19 de abril e 10 de maio e vai exibir 20 filmes inéditos e com temas bem ecléticos, como Primeira e Segunda Guerra Mundial, dramas pessoais e familiares, romance erótico e biografias.
Esse ano o festival traz para o Brasil filmes com grandes artrose, como Omar Sy, Isabelle Huppert e Ethan Hawke, e diretores renomados como Amos Gitaï, Jafar Panahi e Phyllida Lloyd – diretora da franquia Mamma Mia!.
Bom, sem mais delongas, vamos ao que interessa. A seguir, você confere a opinião da nossa redação sobre o filme, e se vale a pena ou não conferir ele nos cinemas.
Opinião da redação
O filme Infiltrada: Golpe de Vingança é indiscutivelmente bom. Além de falar sim sobre vingança, fala também sobre o amor de duas irmãs, o vício em drogas e ainda sobre sequestro e tráfico de mulheres.
Kaylee é uma lutadora, que tem a carreira interrompida no seu auge por conta do sequestro da irmã e por consequência sua dependência nas drogas. Decidida a achar sua irmã e vingá-la, Kaylee se infiltra na quadrilha responsável pelo sequestro como mais uma das meninas traficadas e acaba sendo descoberta.
Não quero dar spoilers, então não vou revelar mais detalhes sobre o desfecho, mas o final do filme é realmente tocante e avassalador.
Ao longo do filme vemos o crescimento da personagem principal de uma forma muito natural, com alguns flashes do passado que vão explicando toda a história, e no final, já sentimos que conhecemos Kaylee a muito tempo.
Na minha opinião, o filme vale completamente a ida ao cinema. Ele corre de uma maneira muito fluida, sem ser maçante e o final deixa, com certeza, o espectador desejando mais alguns minutos da trama. Para mim, não tem como ser nada menos do que quatro lindos saquinhos de pipoca para esse filme.
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Foto de capa: divulgação
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