Ao todo, são 52 textos selecionados pelos leitores através de uma votação online. Alguns desses contos já foram publicados em antologias como Coisas frágeis e Alerta de risco, ou em romances como Deuses americanos, Os filhos de Anansi, Lugar Nenhum e O oceano no fim do caminho. Outros são inéditos no Brasil.
“As histórias neste livro estão organizadas por ordem de publicação — não por ordem de quantas pessoas gostaram delas —, começando pelas mais antigas. Você vai me ver tentando entender quem sou como escritor, experimentando chapéus e óculos de outras pessoas para saber se cabem em mim, até, com o tempo, descobrir quem eu era desde o início. Quero que você explore. Comece por onde quiser, leia qualquer história que lhe dê na telha”, afirma Gaiman.
Os contos abordam temas que vão desde terror, humor, amor, fantasmas, até mistério, apresentando personagens fantásticos, pessoas comuns com habilidades peculiares, indivíduos excêntricos enfrentando problemas comuns, e mundos maravilhosos e terríveis, além do mundo real, que não é tão real quanto se imagina.
Com uma introdução de Marlon James, autor do premiado Breve história de sete assassinatos, Neil Gaiman: histórias selecionadas serve tanto como uma porta de entrada para a obra de um dos escritores mais versáteis e renomados das últimas décadas, quanto como um tesouro literário ao qual leitores novos e antigos retornarão repetidas vezes.
“Esta é uma iniciação que faz você mergulhar de cabeça e aborda tudo que selou a reputação de Gaiman como um dos nossos mestres da fantasia. Mesmo assim, até para alguém que já leu um bocado da obra dele, ainda tem muita coisa para se descobrir, inclusive nos materiais antigos. Como eu disse, algumas pessoas têm todos os álbuns e ainda compram as coletâneas de sucessos, e não é por nostalgia”, avalia James.
Neil Gaiman: histórias selecionadas é um testemunho do brilhantismo, da criatividade e do talento singular do autor para construir narrativas e universos únicos. “Adoro ser escritor porque, quando escrevo, posso fazer o que quiser. Não existem regras. Não existem sequer guias. Posso escrever coisas engraçadas e tristes, histórias grandes e pequenas. Posso escrever para deixar você feliz, ou posso escrever para gelar seu sangue”, conclui Gaiman.
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Foto de capa: divulgação/Intrínseca